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EXPOFEIRA É O AMAPÁ NA VITRINE: Descubra Oportunidades Únicas

EXPOFEIRA É O AMAPÁ NA VITRINE: Descubra Oportunidades Únicas

Expofeira do Amapá 2026: plataforma de turismo e cultura

Teve início no fim da tarde de sábado (8), no Parque de Exposições da Fazendinha, a 55ª Expofeira do Amapá. Muito além de um espaço de entretenimento ou agronegócio, a edição de 2026 assume o papel de principal motor do turismo de eventos no meio do mundo, trazendo impactos estruturais para a economia amapaense e estreitando laços nas fronteiras internacionais.

Impactos da Expofeira na economia local

De acordo com dados divulgados pela Secretaria Estadual de Turismo (Setur), o reflexo da feira na economia local já é palpável: a rede hoteleira na região central de Macapá registrou ocupação máxima para o período. A movimentação é inflada não apenas por comitivas do interior do estado, mas também por turistas vindos de estados vizinhos e de países da Europa e da América do Sul, como a Guiana Francesa e o Suriname.

Facilitação do trânsito e o turismo internacional

Segundo a secretária de turismo do Amapá, Syntia Lamarão, a Expofeira consolidou-se como uma grande fronteira de oportunidades na Amazônia. Um dos grandes catalisadores do fluxo internacional para esta edição foi a recente facilitação de trânsito na fronteira com a Guiana Francesa, decorrente da liberação de visto para brasileiros que viajam ao território ultramarino europeu. A facilidade recíproca aqueceu o turismo de eventos, convertendo o Parque da Fazendinha em um ponto de encontro multicultural.

Valorização cultural e atrações locais

Para reter o turista e projetar a imagem do Amapá para fora, o evento aposta na economia criativa e na valorização das raízes locais. A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) viabilizou a contratação de mais de 400 artistas locais, representando todos os 16 municípios amapaenses, que se apresentarão em cinco palcos temáticos, incluindo o Espaço Afro Amapá e o Teatro Caboclo. O turismo gastronômico e de experiência também ganha força com estandes voltados à bioeconomia e produtos certificados com o Selo Amapá, como a farinha de São Joaquim do Pacuí, apresentando insumos regionais como atrativos de alto valor comercial.

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