Elísia Congó diz que vai dirigir Improir em contato com comunidades

Elísia Congó diz que vai dirigir Improir em contato com comunidades

Desafios da Igualdade Social no Amapá

Há quatro dias à frente do Improir, o Instituto Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Social, Elísia Congó destacou que assumiu o cargo com energia e determinação. Em sua participação no programa LuizMeloEntrevista (Diário 90,9), ela comentou sobre o início do Ciclo do Marabaixo, enfatizando os recursos repassados pela Prefeitura de Macapá e o governo estadual para promover este período cultural.

Elísia, uma respeitada representante do movimento negro e ativista cultural amapaense, vê sua nova posição como um desafio. Com uma equipe de 11 pessoas escolhidas dentre as comunidades, ela pretende garantir que o trabalho do Improir reflita as realidades e as necessidades de cada grupo atendido.

Objetivos do Improir

A líder do Instituto Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Social disse que o objetivo principal é reduzir as desigualdades raciais, sociais, de saúde e educação. “O Improir busca políticas afirmativas para equiparar ou diminuir essas desigualdades na sociedade”, explicou Elísia, com a clara intenção de promover a inclusão e a equidade.

Gestão Collaborativa e Mobilidade

Elísia abordou a transição de gestão de forma positiva, mencionando que a subsecretária já lhe transmitiu um suporte importante. Ela afirmou: “Fica aí sentada, que eu não sou Exu, mas de rua. Eu vou correr a rua, eu vou andar, ver a necessidade da gente e resolver aqui contigo”. Essa abordagem proativa mostra uma gestão colaborativa e focada no atendimento direto às comunidades.

Investimentos no Ciclo do Marabaixo

Voltando a tratar dos repasses financeiros para o Ciclo do Marabaixo, Elísia enfatizou a relevância do apoio oficial. Embora não tenha revelado o valor exato, afirmou que o montante destinado pela Prefeitura é o maior já registrado, totalizando R$ 46 mil, a ser distribuído entre os sete barracões existentes, ressaltando sua ligação com a cultura local, ao dizer: “Não sou festeira, mas responsável”. Com essa declaração, Elísia reafirma sua conexão com as tradições culturais e a importância do evento para a comunidade amapaense.